Sexo antes do casamento – Biblicamente, não um conflito!

Uma grande discussão sobre a Bíblia!


Não existe absolutamente nada na Bíblia que proíba o sexo antes do casamento. É uma das tradições feitas pelo homem para controlar as pessoas. A única referência está no Antigo Testamento e no Novo Testamento existe somente uma tradução errônea da palavra grega “porneia”, traduzida como “fornicação” – uma mentira que não tem fundamento algum.

 

Eu ouço de tantas mulheres cristãs que dizem que seu erro maior foi não haverem tido mais sexo antes do casamento e que agora se encontram dentro de uma relação totalmente insatisfeitas (fisicamente). Onde pode um dos parceiros aprender boas técnicas sexuais quando ambos são ignorantes? Existe muito mais sobre o sexo que apenas a cópula. Estudos mostram que cerca de 40% das mulheres nunca chegam ao orgasmo com apenas uma cópula e que a maioria das mulheres querem muito mais. É por isso que tantas mulheres ficam frustradas sexualmente quando um homem não tem a resposta – como pode então ele aprender (ou a mulher) de suas próprias sexualidades se eles se casaram despreparados e sem experiência?

 

Devido à sociedade patriarcal, uma família com filhos (homens) era mais forte que outra com filhas. Entretanto a cultura sempre encontra um jeito de contrabalançar poder com dinheiro. Na cultura do Antigo Testamento um homem que queria se casar pagava ao pai da noiva. O valor da noiva era determinado por muitos fatores, incluindo a beleza dela, habilidade para cuidar de crianças, resistência, várias habilidades domésticas e também seu status de virgem. Você encontrará um exemplo desta cultura na estória de Jacó, Lia e Raquel.

 

Lembre-se também que nos tempos bíblicos a maioria das mulheres jovens noivava com base em um acordo financeiro entre as famílias. Algumas vezes ela nem conhecia o futuro marido até o dia do casamento.  E depois de declarado o noivado as famílias tinham de esperar até que ela completasse 12 anos e meio para que pudesse casar-se. Visto que a maioria dos meninos e meninas se casava no período da puberdade e que havia pouco namoro, a sexualidade dos solteiros nunca era discutida.

 

Nos tempos bíblicos nada havia de errado em um homem ter tantas esposas quanto ele pudesse sustentar, concubinas e prostitutas vulgares. O adultério só era condenado às mulheres casadas, visto que violava os direitos de propriedade e direito sexual do marido sobre ela e quebrava o status do homem (marido) sobre as outras esposas ou concubinas.

 

Nos tempos em que a Bíblia foi escrita os homens eram os mestres e mandavam nas mulheres e crianças. As mulheres tinham muitos poucos direitos e os homens freqüentemente compravam as mulheres de suas famílias ou em um leilão, geralmente na idade de 12 anos e meio. As mulheres eram propriedade legítima de um homem. O pai era o que possuía as mulheres (filhas, esposas, concubinas, empregadas, servas, etc) e se alguém quisesse ter sexo com uma de suas propriedades tinha de pedir permissão a ele.

 

Para vender uma filha ganhar-se-ia mais dinheiro se ela fosse virgem – as que haviam perdido a virgindade custavam bem menos. Se um homem comprasse uma filha pelo preço de uma virgem e descobrisse que ela não era virgem (depois de ter feito sexo com ela e não houvesse sangue na cama) então ele a devolveria ao pai e receberia seu dinheiro de volta.

 

Algumas concubinas eram presentes de guerra aos soldados por haverem lutado. Eles costumavam matar todos os homens inimigos e dividir todas suas mulheres aos soldados. Outras concubinas eram vendidas através de leilão. As prostitutas se alugavam por um período de tempo e isto era certo (ao contrário das prostitutas que ficavam nos templos venerando às deusas da fertilidade – a idolatria era condenada à prostituição). Era melhor comprar uma mulher que alugar. Naquela época não havia camisinha ou controle de natalidade ou medicamentos modernos como hoje. A maiorias das regras para o sexo serviam praticamente apenas para resolver os problemas daqueles tempos.

 

A mulher de hoje tem a mesma liberdade sexual que os homens têm e sempre tiveram. Mas julgar e pregar que poligamia responsável, sexo antes do casamento, swing, poliamor ou fornicação é de certo modo errado mostra simplesmente ignorância bíblica. Porém a doutrina sexual repressiva que foi desenvolvida na Idade Média ainda serve de base hoje em dia para tradições cristãs repressivas — por ignorância e sem fundamento bíblico.

 

Passagens do Antigo Testamento:

 

Êxodo 22:16 – 17,  “Se um homem seduzir uma virgem com a qual não está noivo, e deitar com ela, ele terá de pagar um dote para que ela seja sua esposa. Se o pai dela recusar, ele deverá mesmo assim pagar uma quantia igual ao dote das virgens.”

 

Deuteronômio 22:28 – 29, “Se um homem encontrar uma menina que seja virgem, que não esteja noiva e apoderar-se dela e deitar com ela e ambos forem descobertos, então tal homem terá de dar ao pai da menina 50 siclos de prata (moeda hebraica) e ela deverá tornar-se sua esposa porque ele a violentou. Ele não poderá se divorciar dela pelo resto da vida”.

 

Estas passagens do Êxodo são das poucas passagens que mexem diretamente com o assunto sexo antes do casamento. Existem pontos importantes considerando tais passagens. Primeiro, nem o homem nem a mulher são repreendidos ou punidos por qualquer pecado (compare com Deut. 22). Ao homem é requerido que ele procure o casamento, mas o pai dela poderá recusá-lo. O ponto importante aqui é que não há punição alguma pelo homem e mulher haverem feito sexo. A punição está na troca, através do valor da mulher virgem, agora como noiva. O termo “dote da virgem” implica que havia um dote especial (bastante compensador) pelo status de virgem que a mulher carregava e a partir do instante em que ela deixasse de ser virgem ao seu pai era pago o dote, como forma de compensação, não importando se ela se casasse ou não com o homem. Note também que não existe lei alguma que se refira à sexualidade do homem ou da mulher noiva e não virgem antes do matrimônio.

 

A passagem no Deuteronômio se refere ao estupro não consensual dentro do sexo antes do casamento. A fim de remediar este crime, o homem deve levar a mulher para a sua casa e cuidar dela. Ele não poderá se divorciar dela. O estupro de uma mulher que esteja casada ou seja noiva leva à pena de morte. O estupro de uma virgem que não for noiva leva a uma pena menor. E, ao passo que tal pena possa parecer injusta por nossa cultura, tal pena era muito justa naquela cultura.

 

Existem outros dois exemplos de sexo antes do casamento no Antigo Testamento. Em Deuteronômio 21:10 tem um outro estudo sobre como um homem deve cuidar de uma mulher em sua casa. Se ele a deseja como esposa ele tem de seguir os dia-a-dia doméstico e dormir com ela. Se ela se mostrar agradável ele tem a opção de se casar com ela, senão, pode mandá-la embora. O Livro de Ester também descreve como Ester é trazida aos aposentos do rei para se tornar parte do harém do rei.

 

Em todos os casos de sexo antes do casamento não há punição pelo ato sexual, de acordo com a Bíblia. A única penalidade é o pagamento ao pai pela mudança de status da mulher.

 

Comentários do autor:

 

G. Rattray Taylor, autor de Sexo na História: [O comando de adultério, essencialmente uma ofensa na propriedade de outro parceiro, não requeria] que um homem restringisse suas atenções a sua esposa; na verdade, quando uma esposa se mostrava infértil, ela daria uma de suas servas ao marido para que então esta desse um filho a ele. Não havia qualquer impedimento no sexo antes do casamento. No Antigo Testamento não há qualquer menção à proibição à fornicação não premeditada, apenas ao estupro e sobre o direito de um pai requerer dinheiro àquele que se interesse por sua filha virgem. Uma vez que a garota atingisse seus 12 anos e meio estaria livre para a atividade sexual, a menos que fosse proibida por seu pai.

 

Um documento autorizado pela Casa dos Bispos da Igreja Episcopal (“Continuing the dialog” – Continuando o diálogo, publicado por Forward Movement, Cincinnati, 1995) afirma na página 45 que as passagens nesta história da Bíblia – o “Cântico dos Cânticos” estão “em louvor ao amor sexual, celebrando a paixão jovem, sem qualquer referência ao casamento… Ele afirma que o amor sexual por si é bom e benéfico”.

 

Em “In Sexual Paradox: Creative Tensions in Our Lives and in Our Congregations” (Paradoxo Sexual: Tensões Criativas em Nossas Vidas e em Nossas Congregações), Editora Pilgrim, Nova Iorque, 1991, Célia Allison Hahn percebeu na página 192 que “a história Cântico dos Cânticos diz claramente a respeito das delícias do amor erótico… não sobre casamento ou procriação”.

 

Em  “New International Biblical Commentary: … Song of Songs” (Novo Comentário Bíblico Internacional: … Cântico dos Cânticos), Editora Henderson, Peabody, Massachusetts, 1999, Roland E. Murphy e Elizabeth Huwiler observaram que à página 243 “de acordo com muitos [intérpretes], o casal em questão não é casado. Esta interpretação é suportada pelo fato que amantes se separam na manhã seguinte… também, que o ato de amor da maioria destes casais acontece fora de casa, nos arbustos, na natureza…  [Numa visão geral, o texto] não parece insistir que uma noção de sexualidade seja necessariamente limitada ao casamento”.

 

Discussão sobre o Novo Testamento:

 

Nada há sobre sexo antes do casamento no Novo Testamento.

 

As escrituras não foram escritas em inglês. “Fornicação” é um dos bons exemplos de erro de tradução em algumas Bíblias. Algumas Bíblias em inglês mencionam “fornicação”, outras dizem que a tradução mais correta é “imoralidade sexual”. Ao invés da palavra grega “koline”, “porneia” tem sido traduzida erroneamente como fornicação. Não existe fundamento na Bíblia em traduzir “porneia” como “fornicação” (sexo entre solteiros).

 

Pornéia significava imoralidade sexual que incluía:

 

1)     Sexo durante a menstruação feminina.

2)  Adultério, que era entendido como algo errado pelos hebreus, através do ato de uma mulher casada que fizesse sexo com outro homem, visto que ela violaria  os direitos de propriedade dos maridos. Isto nunca foi interpretado como errado aos homens casados, mas suas esposas não tinham tais direitos. O homem casado poderia ter quantas mulheres e concubinas quisesse até o ponto de não serem casadas com outros homens (pois seriam propriedade de outros homens). Nada havia de errado com a sexualidade dos solteiros. “Fornicação” é um erro de tradução da palavra grega “porneia”.

3)   Prostituição da deusa do sexo pagão. Porneia tal como usada em I Cor. 6-9, falsamente traduzida em algumas Bíblias como fornicação foi realmente a prática das prostitutas nos Templos Coríntios, vendendo seus serviços como forma de veneração à deusa da fertilidade pagã; o que Paulo advertiu em condenação. Não especificamente sobre prostituição (ainda legal e muito popular em Israel hoje em dia), mas contra a veneração a uma deusa sexual pagã.

4)  Pederastia – um dos piores pecados sexuais que tomou várias formas: a pratica da pederastia se divide em três diferentes estilos. Primeiro é o relacionamento entre um homem mais velho e um jovem. Segundo vem a prática com escravos prostituídos. Terceiro se refere ao “garoto de programa” ou prostituto. Outras práticas incluíam: um homem heterossexual degradando outro homem heterossexual através de relacionamento anal depois de capturá-lo em batalha ou então por um homem heterossexual  utilizar de uma relação anal com estranhos dos quais ele não gostava para que fossem embora, como na estória de Sodoma. Isto nada tinha a ver com homossexualidade como a entendemos hoje em dia, que é simplesmente a maneira que Deus designou algumas pessoas a serem.

 

Adultério nos tempos bíblicos não significava o que significa hoje. Claramente não houve uma palavra sequer sobre o fato de homens hebreus poderem ter quantas esposas, concubinas e “outras mulheres” eles pudessem manter. Isto não é adultério no entendimento hebreu sobre adultério e os mandamentos de Moisés. Adultério tal como compreendido por Moisés se referia apenas à mulher casada, nunca ao homem casado.

 

Talvez sonhemos em ser tão just@s e viris quanto David e Salomão, com suas setecentas princesas e trezentas concubinas. Só nos resta aprender que a poligamia, o estupro, adultério e orgias são aceitos e recompensados pelo Deus Yahweh e que são qualidades dos “grandes homens da Bíblia”, nunca contraditas. 

 

Cristo ensinou no Sermão da Montanha que a única lei é a lei do amor. Ele demonstrou isto ao reverter quadro leis do Antigo Testamento que conflitavam com o amor do seu povo. Portanto tudo que fosse prejudicial, não consentido por ambas as partes, etc seria imoral para um Cristão, mas nunca a sexualidade afetuosa, não importando o estado civil ou a orientação sexual natural.

 

Para aqueles que quiserem realizar seriamente suas próprias pesquisas estudando ambos os lados dos assuntos é apontado aqui alguma bibliografia para um estudo aprofundado nos assuntos sexuais Cristãos. Acrescido a isto temos uma enorme seção de pesquisa bíblica que responderá a qualquer pergunta ou desafio que tenha aparecido nos últimos 10 anos; vide a seção “Bíblia, Cristianismo e assuntos sexuais” (Bible, Christianity & Sexual Issues) no site www.libchrist.com  ou diretamente através do link: http://www.libchrist.com/bible/contents.html

 

Amostra bibliográfica:

 

Dirt, Greed, And Sex – “Sujeira, ganância e sexo”, professor sobre o Novo Testamento na Escola Church Divinity, o Rev. Countryman mostra que “em trecho algum a Bíblia mostra a monogamia como um padrão claro e explícito”. O Bispo Episcopal de Los Angeles sugere que o livro seja lido por aqueles que pensam que a Bíblia diz alguma coisa a respeito da ética sexual. Os cristãos deixaram os fundamentalistas seqüestrarem o assunto “moralidade sexual” de ambos, heterossexuais e homossexuais.

 

The Poisoning of Eros – “O envenenamento de Eros”,  Raymond Lawrence Jr., episcopal, aponta amplamente para várias fontes. Conclui que uma nova ética sexual se faz necessária baseada na afirmação do sexo e valoriza as comunidades poligâmicas, não as excluindo. Discute a “porneia” e conclui que a mesma está limitada à prostituição de culto, nada tendo a ver com o sexo entre solteiros ou com a monogamia. Mostra que o Torah (os 5 primeiros livros da bíblia judaica) nada diz sobre adultério para os homens, somente para as mulheres. Sacerdote por 31 anos, hoje ele ensina e supervisiona o clero com aconselhamento pastoral.

 

Outro livro que fornece grande ajuda a nível emocional é “The intimate connection: male sexuality, masculine spirituality” (Conexão íntima: sexualidade masculina, espiritualidade masculina), por James B. Nelson. Nelson é um teólogo cristão bastante liberal, mas é reconhecido como autoridade maior em Cristianismo e Sexualidade. Seu livro não pode ser considerado bíblico, mas apresenta artigos psicológicos e culturais muito úteis que influenciam os Cristãos em suas relações com suas sexualidades. Apesar de manter o foco nos homens, seus princípios são aplicáveis na maioria às mulheres também.

 

Outros livros que você poderá achar úteis são “What the Bible really says about sex: a new look at sexual ethics from a Biblical perspective” (O que a Bíblia realmente diz sobre sexo: uma nova maneira de  perceber a ética sexual sob uma perspectiva Bíblica), de Tom Gruber. Este livro foi publicado pelo próprio autor, que mora em Ohio. Não tenho um endereço de e-mail para contata-lo, mas você poderá escrever ou ligar para ele: 116, Heischman Ave, Worthington, OH, 43085 – telefone: 1 614 844-6650. Ele vende o livro diretamente e você poderá fazer a ele referência sobre nós, pois ele nos conhece.

 

Em  “God and the Rhetoric of Sexuality” (Deus e a retórica da sexualidade) Phyllis Trible disserta sobre a legitimidade da poligamia em tempos bíblicos e que a mulher de hoje quer a mesma liberdade sexual que os homens sempre tiveram.

 

“Body Theology”  - Em Teologia do Corpo James B. Nelson (professor de ética Cristã, Seminário Teológico, New Brighton, Minnesota) propõe que reconquistemos a sexualidade e o regozijo dentro de uma verdadeira teologia do corpo que seja auto-afirmativa, entendendo a sexualidade como um bem moral baseado no valor sagrado de nossa sensualidade e poder erótico, sem a necessidade de justificações que se apliquem a uma cultura bíblica muito divergente.

 

“After polygamy was made a sin: the social history os Christian polygamy” (Depois que a poligamia foi transformada em pecado: a história sociológica da poligamia Cristã), por John Cairncross, Edição Routledge and Kegan Paul, Londres – distribuição nos E.U.A.: Edições Dufour, Chester Springs, PA 194 15-0449, 1 215 458-5005.

 

Para abordagens em múltiplas relações contemporâneas: “Breaking the Barriers to Desire: New Approaches to Multiple Relationships” (Quebrando as barreiras do desejo: novos caminhos para relações múltiplas), Kevin Lano e Claire Parry editores, publicação Five Leaves Publications, Nottingham, England, ISBN 0 907123 36 8.

 

“Against the Protestant Gnostics” (Contra os Protestantes Gnósticos) por Philip J. Lee.

 

“Eunuchs for the Kingdom of Heaven: Women, Sexuality and the Catholic Church” (Eunucos para o reino dos céus: mulheres, sexualidade e a igreja católica), por Peter Brown.

 

“Embodiment: An Approach to Sexuality and Christian Theology”, (Encarnação: uma abordagem sobre a sexualidade e a teologia Cristã), por James B. Nelson.

 

“Radical Love: an Approach to Sexual Spirituality” (Amor Radical: uma abordagem sobre a espiritualidade sexual), por Dody H. Donnelly.

 

 

Material não especificifamente Cristão, mas que têm ajudado muitos Cristãos em suas pesquisas sobre o amor sem compromisso:

 

 

“Responsible Non Monogamy – Love Without Limits – Quest for Sustainable Intimate Relationships” (Além de uma monogamia responsável – amor sem limites – a procura por relacionamentos íntimos sustentáveis). Psicóloga clínica, a  Drª Deborah Anapol disserta sobre a intimidade sexual e as relações éticas não-monogâmicas. Não propriamente Cristãs, não obstante idéias mais simpáticas que a repressão da igreja tradicional. Um projeto de primeira que já mudou as vidas de muitas pessoas auxiliando-as a compreender seus desejos por relacionamentos responsáveis não-monogâmicos; especialmente as mulheres. Uma nova versão atualizada foi lançada em 1997 e está disponível no website “Loving More”: http://lovemore.com/

 

“Loving More: The Polyfidelity Primer”, por Ryam Nearing

“Loving More” Magazine (revista “Amando mais”)

Ambas disponíveis no site http://lovemore.com/

 

Instituto de Conscientização Humana (veja o relatório no boletim LC, outono de 1996) website http://www.hai.org/ . Este é o único seminário prático de grupo que Dave já experimentou que realmente ensina amor, intimidade e sexualidade em seu aspecto mais forte, prático e carinhosamente efetivo.

 

 

Texto original: http://www.libchrist.com/bible/premaritalsex.html

Traduzido por D.B.G. e levemente modificado por Queridinhozinho

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